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Tipos de Espumantes: aprenda a diferenciar

31/08/2018

É bastante comum irmos ao mercado ou a uma loja de vinhos e não entendermos muito dos rótulos, certo? Você já tentou comprar um espumante? Tem Brut, tem Demi-secMoscatel, tem Método Charmat Método Tradicional ou Champenoise. O que tudo isso significa e quais os tipos de espumantes que existem?

E agora? Como fazer pra entender isso e comprar um espumante que vai agradar você e seus convidados? Depois deste artigo você vai conseguir entender melhor os tipos de espumante.
Inclusive, ele pode ajudar muito caso você esteja procurando aquele espumante especial para as festividades de réveillon e ano novo!

Vamos aprender um pouco sobre tipos de espumante?
Os vinhos espumantes são caracterizados por possuírem as borbulhas, que são provenientes de uma segunda fermentação. Essa segunda fermentação não libera o gás-carbônico para o ambiente, e o incorpora ao líquido, levando-o a formação das borbulhas. Os espumantes podem ser elaborados basicamente de duas maneiras, para não estendermos demais o assunto.


Método Charmat
No Método Charmat, a segunda fermentação é realizada em tanques pressurizados e depois de finalizada a fermentação, o líquido será envasado e você poderá apreciar essa bebida que tanto nos faz pensar em celebrações.
São espumantes mais baratos para serem produzidos, portanto, geralmente mais baratos também na hora da compra. Se você procura quantidade para agradar convidados, talvez essa seja sua melhor opção.

Método Champenoise
No Método Champenoise e/ou Tradicional, é o mesmo método de vinificação utilizado pelas Maisons Françaises de Champagne, onde a segunda fermentação acontece na garrafa e pode levar um tempo maior para ser elaborado, além de requerer uma maior mão-obra para serem finalizados.
Isso significa que, no geral, estes espumantes podem ser mais caros.Além dos tipos de espumante dividirem-se em Charmat e Tradicional, relativos ao método da segunda fermentação, temos a classificação em relação a quantidade de açúcar que o vinho possui.


Quanto a doçura. Espumante doce, suave ou espumante seco? Brut, demi-sec ou moscatel?
Dessa forma você já vai observar que espumante pode lhe agradar mais o seu paladar, temos os espumantes mais doces (moscáteis, asti, prosecco) e os bruts que contém menos açúcar residual.
Não precisa ficar assustado com o termo “açúcar residual”. Tenha em mente que isso apenas afeta na doçura do espumante
É comum vermos no mercado e conhecermos apenas os espumantes Demi-Sec e os Brut, certo? Porém temos outros tipos e espumante, menos populares,
como o Nature ou o Extra-brut.

Vamos conhecer os tipos de espumante. Brut, Demi-sec, Extra-brut e Nature

Segue a lista para você se orientar na hora da compra:

§  Espumante nature
O que contiver até 3 gramas de açúcar por litro. Ou seja, quase nada de açúcar;

§  Espumante extra-brut
O que contiver superior a 3 e até 8 gramas de açúcar por litro. Bastante seco, mas não tão seco quanto o nature;

§  Espumante brut
O que contiver superior a oito e até quinze gramas de açúcar por litro. É o espumante “seco” mais comum de se encontrar nos mercados.
Quem gosta de vinho menos doce, esse é o espumante ideal;

§  Espumante sec ou seco
O que contiver superior a quinze e até vinte gramas de açúcar por litro. Embora a lei brasileira contemple este tipo de espumante,
raramente vemos um rótulo com essa especificação. Geralmente o espumante seco é chamado de brut;

§  Espumante demi-sec, meio-seco ou meio-doce
O que contiver superior a vinte e até sessenta gramas de açúcar por litro. É para aqueles que gostam de espumante doce, mas não tão doce quanto o moscatel,
nem tão seco quanto o brut. Junto com o Moscatel e o Brut, é um dos tipos de espumante mais comuns;

§  Espumante doce
O que contiver superior a sessenta gramas de açúcar por litro. O moscatel é uma boa pedida para quem procura um espumante doce.



Agora na sua próxima compra você já pode observar mais um detalhe no rótulo do seu vinho.
Aliás, tem gente que pensa que 
espumante não é vinho, mas é sim.



POR BRUNO CIDADE NEVES EM 15 DE DEZEMBRO DE 2015COMO DIFERENCIARELABORAÇÃO